junho 11, 2015

110. Se queres saber... Pergunta #9


Ora então, a Catarina perguntou:

Qual o teu ídolo?


Podia ir para o lado lamechas e dizer que é a minha mãe, a minha avó... E são. Mas não estou mesmo numa onda lamechas. No entanto, não posso dizer que tenho assim um ídolo que sigo desde sempre, que admiro por tudo... Nunca tive. Por isso, o mais que posso fazer é reencaminhar-vos para ESTE POST. Admiro muito a Demi por toda a sua história, a sua luta e a sua vitória.

junho 09, 2015

109. Se queres saber... Pergunta #8



Aqui está mais uma perguntinha da Cordonbleu!


Sentes-te realizada?

Bom, não quero ser injusta com tudo o que tenho na vida, mas se pensar no que idealizei para o meu futuro (actual presente)... Não, não me sinto realizada. Claro, não posso dizer que sou infeliz com o que tenho. Mas falta-me muita coisa para me considerar uma pessoa realizada. E acreditem que não estou a falar de nada fútil. Se algum dia vou ser? Não sei, mas espero que sim: ter um emprego onde me sinta feliz e goste realmente do que faça, ter a minha família, o meu marido e os meus filhos... Enfim, com 28 anos podia já ter tudo isto... E não tenho!

junho 07, 2015

108. Se queres saber... Pergunta #7


Ora bem, a primeira pergunta desta nova rodada foi feita por duas meninas super fofas: a Catarina Dias e a Cordonbleu!

Qual é a tua profissão?

Bom, a resposta é curta e rápida! Sou mediadora de seguros!

junho 06, 2015

107. Ena pá!


Vocês são uns amores!! Eu pedi perguntinhas e vocês fizeram!! A lista já está toda AQUI, para quem quiser evitar o efeito surpresa! Eheh! Contudo, porém, entretanto... Há a possibilidade de eu ter net na casa da minha tia. Não é certo, mas... Pode ser que tenha sorte. No entanto, para prevenir, vou deixar coisinhas agendadas, como já tinha dito! Então lá vou eu preparar tudo!

junho 05, 2015

106. 100 Things #5

"Ter a carta de condução"
Não, ainda não tenho a carta. Quando a podia ter tirado não quis por preguiça e agora... Chuchas! Enfim, quero tirar a carta, nem que seja aos 35 anos como a minha mãe. Já conduzi e, a par do medo de espetar com o carro do meu pai num muro qualquer (há muros a atravessar a estrada em todo o lado), gostei da sensação. Já para não dizer que, com a carta, não preciso de esperar por boleias e o diabo a quatro.